É tinta. Muita tinta. É transformar a Marquês de São Vicente em Marquês de Sapucaí. São latinhas de cerveja embaladas pelo funk. É dançar. É ficar com dor nas costas por causa do elefantinho. É não ter apego a roupas. Nem a cabelos. Nem a nada no seu corpo. É eleger um veterano para por no pedestal e descobrir que todas as meninas concordam contigo. É tomar banho de cachaça e fazer hidratação com confete. É mais tinta. É tirar fotos no brilho. É dar tocos. É cantar aos berros Alcione pela Av. das Américas, na volta pra casa. É fazer da sala de aula uma boate. É ter amigos gays. É dançar com seus amigos gays e não se importar tanto se eles virem mais do que deveriam. Eles são gays. É ouvir mais trocentas vezes : “O que o amor constrói, a Puc destrói.”. É tinta demais.
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